Advogado desde 2013, com atuação dedicada a Direito de Família e Sucessões. Fundou o Salles Advocacia em 2015, em Londrina, onde conduz pessoalmente os casos do escritório.
O doutorado é, na prática, uma formação em pesquisa: obriga a trabalhar com fonte primária a doutrina original, os julgados na íntegra, a construção histórica de cada instituto em vez de manual e resumo. Direito de Família está dentro do Direito Civil, e é uma área em que a mesma situação de fato admite leituras diferentes. A leitura que se adota, e a densidade com que se consegue sustentá-la, muda a estratégia do caso.
O mestrado em Direito não se voltou especificamente à dimensão patrimonial e negocial das relações jurídicas, mas foi fundamental para aprimorar o estudo aprofundado do Direito, ampliar o senso crítico e incentivar o questionamento da letra fria da lei, com a construção de teses inéditas. Essa formação acadêmica contribui diretamente para a atuação em Direito de Família, reforçando que cada caso é tratado com exclusividade, sensibilidade e a profundidade que merece, sempre em busca da melhor solução jurídica para cada realidade concreta.
A especialização em processo importa porque, em família, o direito material e o rito andam juntos: a via escolhida, o momento de cada pedido e a forma de produzir prova alteram o resultado tanto quanto a tese.
Parte da formação inicial, anterior à dedicação exclusiva a Família e Sucessões.
Direito de Família e Sucessões não é uma das áreas do escritório. É a única.
O Salles Advocacia foi fundado em 2015, em Londrina, com direção técnica de André Salles, advogado há 13 anos, doutor em Direito Civil pela USP.
Advogar em Direito de Família tem uma particularidade que quem está de fora raramente percebe: é uma das áreas que mais se movimenta. O entendimento dos tribunais muda, teses novas se consolidam, a lei é alterada. O que era pacífico há três anos hoje comporta discussão, e o contrário também.
Acompanhar isso de perto exige tempo. Acompanhar cinco áreas ao mesmo tempo, com a mesma profundidade, não é realista.
Foi por isso que o escritório escolheu não dividir agenda. Desde 2015, Direito de Família e Sucessões é a única matéria em que atua, do divórcio consensual em cartório ao inventário litigioso em juízo, passando por guarda, alimentos, partilha, planejamento sucessório e pactos.
A consequência prática é simples: quando um caso chega aqui, ele não é o primeiro daquele tipo. É provável que a situação, mesmo a que parece única para quem a vive, já tenha aparecido antes, em variações, e que exista um repertório sobre o que costuma funcionar e o que costuma dar errado.