Advogado Divórcio Londrina e Paraná

Enfrente seu divórcio sem colocar em risco o que você levou anos para construir.

Se a separação envolve patrimônio, empresa, pensão ou filhos, decisões tomadas agora podem produzir consequências por muitos anos.

Tenha orientação jurídica para entender o que pode entrar na partilha, qual é sua exposição financeira, como ficam seus direitos como pai e quais decisões exigem cautela antes de negociar ou assinar qualquer acordo.

Atendimento presencial em Londrina/PR e online em todo o Paraná.

Se você está perto de se divorciar, talvez alguma dessas perguntas já esteja tirando o seu sono

O que acontece com a casa?

A empresa entra na partilha?

Vou ter que dividir tudo o que construí?

Quanto vou pagar de pensão, e por quanto tempo?

Vou continuar participando da rotina dos meus filhos?

Se a gente está conversando bem, eu preciso mesmo de advogado?

Ela já falou com advogado. Eu ainda estou tentando entender por onde começo.

O QUE ESTÁ EM JOGO

Seu divórcio pode envolver muito mais do que simplesmente formalizar o fim do casamento.

Seu Patrimônio

Quem está com o bem hoje ou em nome de quem ele está registrado não responde sozinho o que acontecerá na partilha. Regime de bens, data da aquisição, origem dos recursos e documentação podem mudar completamente a análise. Na comunhão parcial, por exemplo, bens adquiridos durante o casamento tendem a integrar a partilha, mesmo quando estão registrados apenas em nome de um dos cônjuges. Já bens anteriores ao casamento, heranças e doações seguem outra lógica. Quando existem imóveis, investimentos ou patrimônio relevante, cada elemento precisa ser analisado individualmente.
Em um divórcio com patrimônio, um detalhe pode representar uma diferença financeira significativa.

Sua Empresa

Seu casamento pode terminar. Sua empresa não deveria ser tratada no improviso.

Se você possui uma empresa, sociedade ou participação societária, a análise pode envolver:

Não tire conclusões sobre sua empresa apenas com base em frases genéricas sobre “dividir tudo pela metade.

Seu caso precisa ser analisado a partir dos documentos e da história patrimonial real.

Sua exposição financeira

Pensão não deveria ser discutida com base em um número tirado do ar.

Não existe um percentual fixo aplicável automaticamente a todos os casos. A análise considera elementos como:

Quem chega preparado consegue entender melhor os limites da própria negociação.

Sua relação com os Filhos

O fim do casamento não significa o fim da sua participação na vida dos seus filhos.

Um dos maiores receios de muitos pais é perder espaço na rotina dos filhos depois da separação.

Quando não existe acordo e ambos os genitores estão aptos ao exercício do poder familiar, a guarda compartilhada é a regra legal, observadas as exceções previstas na legislação e sempre o melhor interesse dos filhos.

Cada caso depende de análise concreta.

Mas convivência, responsabilidades, férias, datas especiais, escola, transporte e despesas não deveriam ficar entregues apenas a conversas informais.

Ser pai depois do divórcio continua significando ser pai.

E a forma como essa nova rotina é estruturada pode acompanhar sua família durante muitos anos.

Tentar “resolver de boa” sem saber o que a lei já define pode sair caro

Evitar conflito é positivo. Buscar um acordo também pode ser. O problema não é negociar. O problema é negociar sem saber o que realmente está em jogo. É assim que decisões aparentemente simples começam:

O que a lei já decidiu antes da conversa começar
Se não houve pacto antenupcial, o regime legal automático é a comunhão parcial. Esse dado muda boa parte da conversa sobre patrimônio. Em linhas gerais:

Bens comprados durante o casamento podem entrar na partilha, mesmo que estejam no nome de apenas um

Bens que cada um já tinha antes de casar, herança e doação seguem regra própria

Bens cuja aquisição tenha causa anterior ao casamento podem ser incomunicáveis;

Benfeitorias e frutos de bens particulares podem mudar a conta

Empresa, quotas societárias e rendimentos exigem análise específica.

Algumas decisões podem ser revistas depois. Outras precisam nascer certas

Em divórcio, nem todo erro tem o mesmo peso. Saber isso antes da próxima conversa evita que você trate como simples uma decisão que pode ser difícil de desfazer.

Partilha exige cuidado especial

Pensão e convivência podem ser discutidas novamente se a realidade mudar. A partilha de bens não tem a mesma lógica. Depois de formalizada, ela tende a ter muito menos espaço para correção.

Por isso, o patrimônio precisa ser analisado antes: origem dos bens, regime, documentos, dívidas, financiamento, quotas, reformas, pagamentos feitos durante a relação e tudo o que pode alterar a conta final.

Documento decide mais do que memória

Em muitos pontos, não basta dizer que o bem era seu, que o dinheiro veio de antes ou que determinada despesa não era da família. É preciso provar.

Contrato, extrato, nota fiscal, matrícula de imóvel, documento do veículo, contrato social, comprovante de entrada, financiamento, declaração de imposto de renda. Esses documentos costumam estar espalhados, e alguns ficam justamente na casa de onde a pessoa saiu ou está prestes a sair.

A fase inicial pesa muito

Em discussões de alimentos, o juiz pode fixar alimentos provisórios logo no começo. Em situações de urgência, medidas iniciais também podem alterar a dinâmica do caso.

Isso significa que a primeira versão documentada da sua realidade financeira importa. Renda, despesas, custos dos filhos, endividamento e padrão de vida precisam estar claros desde cedo.

O que fica fora do acordo costuma voltar depois

Dívidas, financiamento, uso do imóvel, plano de saúde, despesas escolares, guarda de documentos, venda de bens, retirada de pertences, convivência em datas especiais, transporte dos filhos. Um acordo “simples” demais pode deixar justamente as pontas que depois viram novo conflito.

O objetivo não é complicar. É fechar o que precisa ser fechado.

A condução do caso antes de qualquer movimento

O trabalho não começa com uma petição pronta. Começa com a leitura do cenário. Antes de propor, aceitar, responder ou assinar, você precisa saber qual é a sua margem real.

Mapeamento do caso

Primeiro, o caso é organizado: regime de bens, patrimônio, origem de cada bem, existência de empresa ou quotas, situação dos filhos, renda, despesas, dívidas, documentos disponíveis e pontos de risco.

Escolha da via adequada

A via consensual e extrajudicial é avaliada sempre que for juridicamente possível e vantajosa. Quando o caso comporta cartório, esse caminho pode reduzir desgaste. Quando não comporta, o caso precisa ser preparado para a via judicial correta.

Leitura honesta do que ajuda e do que atrapalha

Você não recebe apenas a parte confortável da análise. Se existe fragilidade documental, risco patrimonial, ponto sensível sobre filhos, exposição financeira ou proposta que pode prejudicar você, isso precisa aparecer cedo.

Preparação para negociar ou litigar

Depois da leitura técnica, vem a estratégia: o que propor, o que não aceitar sem análise, quais documentos reunir, quais pontos formalizar e qual postura adotar na conversa.

Escolha da via adequada

A via consensual e extrajudicial é avaliada sempre que for juridicamente possível e vantajosa. Quando o caso comporta cartório, esse caminho pode reduzir desgaste. Quando não comporta, o caso precisa ser preparado para a via judicial correta.

Preparação para negociar ou litigar

Depois da leitura técnica, vem a estratégia: o que propor, o que não aceitar sem análise, quais documentos reunir, quais pontos formalizar e qual postura adotar na conversa.

Nosso Escritório

Quem vai cuidar do seu caso de Divórcio

André Salles é advogado inscrito na OAB/PR 72.163, doutor em Direito Civil pela USP, mestre em Direito Negocial pela UEL e especialista em Direito Civil e Processo Civil.

O escritório Salles Advocacia atua em Direito de Família e Sucessões, com atendimento em Londrina e em todo o Paraná. Em casos de divórcio, essa formação importa porque o problema não é apenas “se separar”. O centro técnico costuma estar em Direito Civil: regime de bens, partilha, alimentos, poder familiar, prova documental, patrimônio e sucessão de obrigações.

A proposta do escritório é conduzir o caso com clareza técnica, sobriedade e responsabilidade. Sem promessa de resultado. Sem inflar expectativas. Sem empurrar conflito quando há caminho melhor.

OAB/PR 72.163 · Rua Espírito Santo, 1163, sala 201, Londrina/PR · Atendimento presencial ou online · Segunda a sexta, das 9h às 18h

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O que nossos clientes dizem

Dúvidas frequentes sobre Divórcio

Antes de aceitar propostas, assinar documentos ou tomar decisões importantes, é recomendável entender sua situação jurídica. Regime de bens, patrimônio, filhos, renda, despesas e documentos podem influenciar aquilo que será discutido. A primeira medida não precisa ser entrar em conflito. Precisa ser entender onde você está.
Não significa que você esteja sem saída. Mas existe uma diferença de informação acontecendo. Uma das partes pode já estar recebendo orientação sobre documentos, propostas, pedidos e limites de negociação. Quanto antes você analisar sua situação, menor o risco de responder ou concordar com algo sem compreender suas consequências.
Um acordo amigável não elimina a necessidade de entender aquilo que está sendo acordado. Além disso, quando o divórcio é realizado em cartório, existe exigência de assistência de advogado. É possível buscar um acordo e, ao mesmo tempo, proteger seus direitos. Uma coisa não exclui a outra.

Nada é obrigatório no primeiro contato.

Mas, se já tiver acesso, podem ajudar:

  • certidão de casamento;
  • pacto antenupcial;
  • documentos dos filhos;
  • documentos de imóveis e veículos;
  • contrato social;
  • extratos;
  • declaração de imposto de renda;
  • comprovantes de renda;
  • financiamentos;
  • dívidas;
  • despesas fixas;
  • propostas ou documentos já recebidos.

Se você ainda não tiver tudo organizado, a conversa pode acontecer mesmo assim.

Não existe uma resposta única. Depende principalmente do regime de bens, da data de aquisição, da origem dos recursos e da documentação de cada patrimônio. Por isso, analisar apenas em nome de quem o bem está registrado não é suficiente.
Depende de quando a empresa foi constituída, do regime de bens, da documentação societária e de outros elementos específicos do caso. Empresas e quotas societárias exigem análise própria. Frases genéricas sobre “dividir metade de tudo” não são suficientes para responder essa questão.
Não existe um percentual único aplicável automaticamente. A análise envolve necessidade de quem recebe e possibilidade de quem paga, além de renda, despesas, custos dos filhos e outras circunstâncias. Sem analisar esses elementos, qualquer número é apenas uma estimativa.
Sair da residência, por si só, não permite concluir automaticamente que alguém perdeu direitos patrimoniais. Mas mudanças na rotina familiar, uso do imóvel, convivência com os filhos e outras circunstâncias podem gerar consequências práticas que precisam ser analisadas. Antes de tomar uma decisão importante, o ideal é entender sua situação concreta.

O casamento pode terminar. O que você construiu durante anos não deveria ser decidido no improviso.

Talvez você queira resolver tudo rapidamente.

Talvez ainda exista diálogo entre vocês.

Talvez o conflito já tenha começado.

Independentemente do estágio em que você está, uma coisa continua sendo importante:

Entender sua situação antes de tomar decisões que podem acompanhar você por muitos anos.

Enfrente seu divórcio sem colocar em risco o que você levou anos para construir.